terça-feira, 20 de setembro de 2011

Comunidade Festeira da História


O 7º Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de novembro de 2011 no campus da FUNEDI-UEMG em Divinópolis. O tema do seminário desse ano será “Cidades centenárias e as políticas sociais” e está aberto para alunos e professores de todos os institutos da FUNEDI-UEMG e também para o público externo.

 
O edital já se encontra aberto para a seleção de trabalhos para o 7º Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão da FUNEDI-UEMG. As inscrições e encaminhamentos de resumos aconteceram entre os dias 1º e 16 de outubro de 2011, para ouvintes entre os dias 24 de outubro e 7 de novembro.

 
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone? (37) 3229-3500, no site da FUNEDI-UEMG (http://www.funedi.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=772&Itemid=580) ou pelo e-mail: cepe@funedi.edu.br.

 
Atenciosamente
João Ricardo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Escola na Vitrine: revista anual da Escola Estadual Ilídio da Costa Pereira

Gostaria de divulgar para toda a comunidade festeira da história uma iniciativa pedagógica que tem participação de nossos ex-alunos e professores.

É a revista Escola na Vitrine: revista anual da Escola Estadual Ilídio da Costa Pereira. Iniciativa dos professores Aélida Delfino Chagas; Diane Fernando; Elrison Ferreira e Lucas Ferreira. A revista traz artigos e textos dos professores e alunos. Logo abaixo colocamos os textos de nossos ex-alunos e da nossa professora Rosana Rios. Parabenizo todos os envolvidos na iniciativa.
 





João Ricardo

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Revista do ISED e do ISEC

Caros alunos, ex-alunos e amigos

Gostaria de divulgar para todos a Revista do ISED e do ISEC. É voltada para refletir sobre a educação em vários aspectos. Vamos escrever e participar.
http://www.funedi.edu.br/revista/

João Ricardo





Abraços

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Historiadores e professores elaboram livro para centenário



Professores e historiadores iniciaram uma série de pesquisas para a produção de um livro com a história de Divinópolis com critérios e normas acadêmicas. O exemplar vai mostrar fatos da história do município dos séculos, 17, 18 e 19.

 
Estudantes já começaram a buscar em Pitangui, Itapecerica e Mariana documentos referentes aos primeiros habitantes da Cidade do Divino. Dois professores, dois historiados e seis estudantes do curso de história da Fundação Educacional de Divinópolis – Funedi – se reúnem semanalmente para traçar as estratégias de confecção do livro em comemoração aos 100 anos de Divinópolis em 2012.

 
A proposta de produzir um exemplar é coordenada pelo curso de História da Funedi e o Conselho do Centenário e os encontros são realizados toda sexta-feira no Arquivo Municipal. Os professores Leandro Pena Catão e João Ricardo Ferreira Pires coordenam os trabalhos do livro.

 
O historiador da Secretaria Municipal de Cultura – Semc -, Faber Clayton, explica que os trabalhos realizados sobre a história do município têm uma dinâmica diferente em relação ao já divulgado até o momento.“Muitos autores escreveram e recorreram mais aos moradores e descartaram documentos importantes de pesquisas. Vamos fazer de forma coerente que nunca se buscou antes, fazendo cruzamento de dados de autores do século 18 para que as pessoas possam entender melhor como surgiu Divinópolis”, declarou Faber.

 
Estudantes de história ficaram encarregados de visitar as cidades para encontrar os registros documentais sobre o município. “Divinópolis já pertenceu a essas cidades e estamos buscando e pesquisando sobre a história. Já tivemos em Pitangui e planejamos ir a Mariana e Itapecerica”, afirmou a historiadora Karine Mileibe, lembrando que temas como política, esporte, arte e música fazem parte do livro.“É um trabalho para contar história da cidade, vamos fazer tudo um contexto para entender como surgiu o município e não ficar valorizando apenas um personagem da história”, disse.

(texto copiado na integra do end: http://www.divinopolis.mg.gov.br/?p=10450 )

quarta-feira, 29 de junho de 2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Divina História



No próximo dia 16 de junho será lançado na Câmara de Vereadores o projeto Divina História em comemoração ao Centenário na Cidade. Durante os meses que antecedem o Centenário serão realizadas palestras e apresentações sobre a história do município. Os palestrantes serão alguns protogonistas desta história ou descendes, bem como sociólogos, economistas, historiadores dentre vários outros. O conteúdo produzido no ciclo de palestras irá compor um livro, que será fonte de pesquisa e consulta para as futuras gerações. O lançamento será às 19 horas no Plenário da Câmara.

Fonte: Câmara Municipal de Divinópolis

Vestibular FUNEDI - UEMG 2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

ROCK SOLIDÁRIO



BANDAS: 
KRH (Colômbia)
BOB ROZZ (Colômbia)
COMMANDO (Ramones Cover Divinópolis)

LOCAL: Bar da Claudete, Rua Paraíba, nº 642
Centro, Divinópolis - MG
DIA: 17/06/11 sexta feira à partir das 18 horas
ENTRADA: R$5,00 + 1 AGASALHO
APOIO:
EL BRUJO DISTRO
TATTOO GUIMBA
INFECT CAMISAS
COLETIVO PULSO
ESPAÇO DE DIVERSIDADE

LINK DAS BANDAS :

João Ricardo (enviado por)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

1ª Memória & AudioVisual



Gostaríamos de convidar todos a participarem da 1ª Mostra Memória e Audiovisual, que será realizado nos dias 30 e 31 de maio, às 19h, no auditório da FUNEDI/UEMG. O evento é uma realização do Cine Ponto, Cursos de História e Comunicação Social, com a participação do Ponto de Cultura Museu da Oralidade. A mostra discutirá a relação entre a Memória e as produções audiovisuais que permeiam a sociedade contemporânea, com o enfoque nas pesquisas acadêmicas e projetos que estudam ou desenvolvem ações a partir dos registros, compartilhamentos e narrativas da memória em audiovisual, buscando compreender, dessa forma, como as imagens e sons em movimento se integram na trama das relações sociais que presentificam nossa realidade.
 
(texto de Max Myller)

sábado, 21 de maio de 2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011

2ª Semana de Arqueologia MAE-USP

 
Os alunos do programa de pós-graduação em Arqueologia da Universidade de São Paulo têm o prazer de convidar os estudantes, profissionais da área e demais interessados para a “II Semana de Arqueologia” que ocorrerá na Universidade de São Paulo, entre os dias 30 de Maio e 03 de Junho de 2011.
O evento, em sua segunda edição, é uma articulação dos estudantes das várias áreas de pesquisa do MAE-USP no intuito de fornecer contribuições à Arqueologia, Etnologia e Museologia, como ciências interdisciplinares, em amplo desenvolvimento no Brasil nas últimas décadas.
A semana de arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações e experiências, alem de ser um momento atualização para estudantes, pesquisadores e profissionais, almejando fomentar a divulgação e a consolidação das áreas.
Contando com convidados brasileiros e estrangeiros de renomadas instituições, que estarão presentes em palestras e mesas redondas temáticas, a “II Semana de Arqueologia” também contará com uma Mostra para divulgar a produção audiovisual em Arqueologia no Brasil. As participações poderão ser feitas por meio de apresentações em comunicações, exposição de painéis, inscrição de vídeos e comparecimento como ouvinte.

Informações:
http://www.semanadearqueologia.com/

semanadearqueologia.maeusp@gmail.com 
bina_tatiana@yahoo.com.br
 
(Notícia copiada na integra do site: http://mac-asf.blogspot.com/2011/03/semana-de-arqueologia.html)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Dica de Site

Pessoal, bom dia a todos!

Segue um link que achei muito interessante, um projeto memória sobre o marinheiro João Cândido e outras personalidades da nossa História, no minimo vale conferir, são várias fontes, textos e documentos, além de uma sessão de downloads, material muito bom pra dar aulas!!! Bom divertimento galera!

http://www.projetomemoria.art.br/

Abraço
Izaac Erder

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Arquivo Histórico de Pitangui no Programa “Questões”


O Programa “Questões”, deste domingo, dia 23 de janeiro de 2011, como tema o programa abordará o trabalho realizado pelo Arquivo Histórico de Pitangui. O arquivo conta com um riquíssimo acervo documental, e vem sendo cuidadosamente organizado e preservado, trabalho esse que é realizado por uma parceria entre a FUNEDI-UEMG e a Prefeitura de Pitangui.

A idealização do projeto de organização do arquivo foi do Professor Dr. Francisco Eduardo Andrade, atualmente o coordenador do projeto é o Professor Dr. Leandro Pena Catão, que vem realizando um minucioso trabalho de limpeza e organização nos acervos do arquivo.

O Programa “Questões” contara com a participação do coordenador do projeto, o Professor Dr. Leandro Pena Catão, além da Professora Adelan Maria Brandão e duas bolsistas no projeto do Arquivo Arquivo Histórico de Pitangui, Carla Fonseca de Morais (colaboradora desse blog) e Cristina Viana Vasconcelos, ambas alunas do curso de História da FUNEDI-UEMG.

Vale como boa dica para a manha desse domingo (23/01), o programa será exibido pela TV alterosa às 9h e 30, não percam!!!

Seminário História nas Ciências Sociais de Divinópolis: Entre a Diacronia e a Sincronia


Aconteceu nos dias 09, 10, 11, 13 e14 a 1ª Semana Acadêmica do curso de História, além de palestras e minicursos foram apresentados pelos alunos do curso de História da FUNEDI-UEMG, trabalhos interdisciplinares, voltados para o tema “Cultura Material” e a relação entre os conteúdos da Arqueologia, da Antropologia e da História, assunto mesmo que foi debatido durante todo o evento.

No dia 09, abertura do evento, o Professor Dr. Pablo L. O. Lima falou sobre indígenas e quilombolas no Oeste mineiro, observando a análise de documentos (de fontes cartoriais e outras) juntamente com pesquisas arqueológicas para a escrita desse tipo de história (das populações nativas e de quilombolas). Na mesma noite o mestrando (MAE-USP) Bernardo Lacale Silva da Costa falou sobre pesquisas arqueológicas na reserva de desenvolvimento sustentável Amanã no estado do Amazonas, da qual ele participa.

No dia 10 foi realizado o primeiro minicurso, onde o Professor e Mestre Guilherme Guimarães Leonel falou sobre a história da antropologia, sobre história oral e outras abordagens e relações entre os conteúdos história e antropologia.
No dia 11 foi a vez dos alunos apresentarem seus trabalhos, todos abordando de alguma forma aspectos da cultura material.

Na segunda-feira, dia 13 foi realizado o segundo minicurso, com o Mestre em arqueologia (MAE-USP) Marcio W. M. Castro, que falou sobre a história, técnicas e conceitos básicos da arqueologia, além de falar sobre seu trabalho no estado do amazonas.

O enceramento foi no dia 14, terça-feira, onde egressos do curso de História (FUNEDI-UEMG) falaram sobre os campos e as possibilidades do mercado de trabalho para os alunos do curso. Dentre esses estão Renato João, Faber Clayton, Karine Mileibe, Allyson Silva, Fernanda Galdino, Gustavo Oliveira e Alisson Augusto.

De modo geral o Seminário História da FUNEDI-UEMG 2010 foi muito significativo, minimamente possibilitou uma aproximação entre os universos desses conteúdos tão fantásticos, notando o quão importante e proveitoso é o exercício do dialogo e da transdicisplinaridade. Vale ressaltar os parabéns aos realizadores do evento, a todos os alunos e professores que de alguma forma se empenharam para a concretização dessa boa ideia... Parabéns a todos!!!

domingo, 7 de novembro de 2010

Historiadores: Os Profissionais que podemos ser - Por Bruno Flávio Lontra Fagundes

A iniciativa da ANPUH de mobilizar seus filiados para acompanharem o projeto de lei sobre a profissionalização de “historiador”, apoiando-o, é ótima. Surgir no Brasil oficialmente a figura do “historiador” poderá, talvez, ajudar as pessoas a aceitarem que o historiador é o melhor para ser contratado e/ou concursado para fazer algumas atividades que outros profissionais exercem.

Em 2007, na ANPUH de São Leopoldo, houve uma mesa sobre "espaços de atuação do historiador". O historiador editor da Revista de História da Biblioteca Nacional esteve na mesa, falou pela revista – uma iniciativa exitosa e criteriosa, que vende em banca de jornal para um leitor formado e não-especialista. É um campo de atuação, o qual exige que jornalistas e historiadores troquem seus conhecimentos. Por que não? Onde estudei, na UFMG, há uma rádio educativa, cuja produção é sedenta de divulgação de conhecimento, estima a colaboração de historiadores e de outros “cientistas”. Alunos e professores dos cursos de Educação, Geografia, Educação Física, Filosofia, Letras, Direito todos têm iniciativas lá. Já os historiadores, por iniciativa própria, praticamente não aparecem! Por quê?

Claro que para rádio, televisão, revistas de grande circulação, cinema etc., teríamos de ter alguma formação mínima nessas mídias, da mesma forma que temos uma robusta formação para a mídia “livro” para sermos escritores de livros. Olhemos para o lado: há muita universidade onde há uma rádio e uma televisão de caráter educativo-cultural! Não podemos integrá-las a nosso fazer? Não é o caso de pensar com mais dedicação em difundir o conhecimento histórico como maneira de formar também, ou ajudar a oferecer sentido para pessoas não-especialistas que querem nos ouvir/ler?

Há uma enorme dependência da História quanto ao livro. Isso é lugar comum dizer. Tudo bem que a História se concebe a partir da verificação de autenticidade e valor de documentação e sua produção se faz a partir de dispositivos de organização e de crítica de documentos que são textos. Creio que podemos ajudar a melhorar a consciência pública – se não acreditasse nisso seria difícil viver. Não é isso que fazemos dia a dia com nossos alunos? Mas será mesmo que o que “nos constitui”, nossa “única verdade” é escrever livros e fazer conferências para nós mesmos? Isso é importante para o intercâmbio de idéias, para o dispositivo de funcionamento do campo científico, sem dúvida!

O conhecimento requer o livro, mas não é pouco achar que só aprendemos e/ou ensinamos por ele? Serge Gruzinski esteve em 2008 na UFMG fazendo palestras. A certa altura, ele falava do embaraço de historiadores franceses prestando consultorias para exposições, e levantava um livro, repetindo: "a gente só sabe escrever livros...". Se atuarmos em outras atividades isso vai nos fazer necessariamente menos criteriosos e com menos qualidades?!
Nossos cursos não poderiam incorporar uma ou outra disciplina de Artes Visuais, Cinema, Comunicação etc., como matérias eletivas e/ou optativas? Por que não? Não poderíamos ter pequenos “núcleos de formação” dentro das grades de nossos cursos que envolvessem disciplinas que nos ensinassem o que é “fazer roteiro”, “editar imagens e sons”, “montar um filme”, “escrever e editar jornal e revista” etc.? Não seria possível que os cursos de História incorporassem como trabalho final o video-documentário, o filme, o programa de rádio, um plano de proteção de patrimônio com fotografias, um roteiro de peça de teatro, um artigo de revista? O aluno teria de ler e escrever para chegar a esses “produtos”, mas escrever para ler não seria um fim em si mesmo.

Não falo isso tudo para derruir o que já existe consolidado em nossos cursos de excelência acadêmica. De jeito nenhum! Há anseios para mudanças, mas esbarramos sempre nas "tradições da história". Se for para profissionalizar e ficar no ler, discutir e avaliar por escrito, francamente, não sei se andaremos muito! Ficaremos onde estamos, o que é conquistado dia a dia a custa de muito esforço: mas os cursos só saberão formar alunos para serem professores outra vez!

E olha que nem estou falando de serem professores de escolas fundamental e média, o que é uma outra longa conversa. A formação sólida tem de continuar existindo: podemos nos propor a atuar em outros espaços porque somos consistentes. Tenho orgulho de sair de um curso de História com nível de excelência. Há muito já incorporamos o cinema, a fotografia, o rádio, a revista etc., como objetos de análise. Não será hora de adotá-los como instrumentos de nossas práticas, abrindo a possibilidade de historiadores poderem fazer filmes, rádio, revistas – ou colaborarem aí, quando convocados? Pois então: façamos!!!!

Tenho profunda impressão de que esse mínimo deslocamento faria muito bem a nós, revalorizando-nos, e, quem sabe?, melhorando nossa estima e reconhecimento social. Não podemos atuar em espaços de difusão de conhecimento que há muito tempo são de nossa vida, como rádio, televisão, jornais, revistas, cinema, internet etc? Há riscos aí? Claro, mas onde não há riscos?

Com a profissionalização de “historiador”, passaremos a constar, talvez, nos editais de concursos públicos de modo geral, e pode ser que isso ajude a que as pessoas se aproximem da História como algo que faz sentido. O fato de sermos inexistentes, quando não inúteis, para a grande maioria das pessoas, não acredito que agrade a maioria de nós. Não seria interessante partir para uma ofensiva de ocupar espaços onde podemos atuar, relativizando premissas de há muito assentadas que fundaram um dia nossa disciplina?

O movimento pela profissionalização é um bom momento para pormos questões sobre nossa formação. Há resistências da parte de colegas tentando garantir lugares e reforçando paradigmas? Claro, e isso é legítimo. Mas problema não é só esse. Se nos ausentamos dos espaços em que poderíamos estar atuando, e reclamando de que outros profissionais os ocupam, ficamos ressentidos. Acho natural que haja resistências, porque há muita caricatura, perfumaria de história por aí. Mas isso tudo merece existir: o que importa é que outros profissionais mostrem que é possível fazer diferente!!!

É difícil ouvir das pessoas que os historiadores amam coisas velhas e que nosso lugar é o museu. Se isso tem um fundo de estupidez, não há também um pouco de verdade? Todo o movimento de profissionalização poderá restar inócuo se não houver alguma abertura de nossos cursos para componentes da formação do historiador mais afeitos a capacitá-lo a fim de atuar em outros lugares que podem ser “nossos” também. Além do trabalho a ser feito junto a senadores e deputados pela aprovação do projeto de lei, creio deva haver um trabalho interno à comunidade historiadora, num momento em que assumimos que é preciso discutir sempre a história da História.

É dura a herança de que do historiador pode-se esperar verdades, como se só os historiadores pudessem assim o fazer. Não carregamos um fardo aí? Talvez esse fardo fosse uma vantagem no século XIX, mas hoje, no XXI, acho que só vai deixando a História para trás, ensimesmada. Francamente, não sei se essa é nossa vocação. Se formos mais versados, e versáteis, em outras “artes” e modos de dizer a história, não sei, sinceramente, se deixaríamos de ser os profissionais que somos, com uma formação específica de qualidade, assentada em teorias, conceitos e metodologias que nos são próprios, profissionais de quem muita gente gostaria de saber o que têm a dizer e/ou falar sobre muitas coisas.

Fonte: www.anpuh.org

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

6º Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão da Funedi

CIDADES: A VIDA URBANA ENTRE 1910 E 2010
LOCAL E DATA:
Campus da FUNEDI/UEMG Divinópolis
24 a 26 de novembro de 2010
DAS INSCRIÇÕES:
– Período de inscrição e encaminhamento dos resumos: de 1º a 26 de outubro de 2010 pelo site
www.funedi.edu.br
– Período de inscrição para ouvintes: de 1º a 23 de novembro de 2010 pelo site
www.funedi.edu.br

INFORMAÇÕES:
Telefones: (37) 3229-3500 (CENTRO DE PESQUISA)

12º Seminário de Iniciação Científica e Extensão da UEMG

A Universidade na sociedade contemporânea: o papel da pesquisa como inovação de saberes.

Será realizado na Unidade de Frutal da UEMG, nos dias 17, 18 e 19 de novembro de 2010. As inscrições já estão abertas.
Informações: http://201.16.255.85/PortalEventos/login.faces

Boletins Informativos do Curso de História













domingo, 10 de outubro de 2010

Salve Maria!



O Museu Histórico de Divinópolis apresenta “Salve Maria!”. A exposição sobre as festas de Nossa Senhora do Rosário foi aberta no dia 29 de setembro e continuara pelo mês de outubro. A exposição reúne diversos objetos da festa, vestimentas, instrumentos musicais, imagens dos Santos de devoção e outros objetos.

Maiores informações pelo telefone (37) 32297629

sábado, 25 de setembro de 2010

Seminário História nas Ciências Sociais do Centro-Oeste Mineiro e Semana Acadêmica do Curso de História da FUNEDI/UEMG

ENTRE A DIACRONIA E A SINCRONIA: DIALÓGOS ENTRE A HISTÓRIA E AS CIÊNCIAS SOCIAIS

Estamos divulgando o planejamento de cada um dos grupos do trabalho interdisciplinar:
Att. Prof. João Ricardo



Grupo: Amilton, Valter, Alexandre, Leandro, Priscila, Luciana e Flávia (4º período)

Tema: Instrumentos musicais do Samba
Recorte:
- 2 categorias (objetos) para cada dupla;
- 6 tipos diferentes de instrumentos musicais utilizados no samba;
- Ressaltar o uso desses intrumentos em diferentes momentos e épocas do samba.
Duplas/ Categorias:
- violão e bateria: a ser escolhida
- Flauta e pandeiro: a ser escolhida
- Cavaco e bongo: a ser escolhida.
Proposta:
A) A materialidade descritiva (de que, como e porque é feito) e prática (como é utilizado e para que) sobre o referido objeto:
→Nome:
→Datação: (idade do Objeto)
→Dimensões: (tamanho, peso e medidas)
→Materialidade: (com o que é feito)
→Técnica de Confecção/Manufatura: (como é feito)
→Utilidade e Função: (como e pra que é utilizado)
B) A relação da cultura material com a economia a qual o referido objeto pertence:
→Visão geral sobre a relação: (Material X Economia)
→Importância e desencadeamentos econômicos:
C) A relação da cultura material com as relações simbólicas da cultura a qual o referido objeto pertence:
→Aspectos de religiosidade (ou misticismo) envolta do objeto:
→Valor atribuído a tal objeto: (pela sua própria cultura); (status)
→Relação Objeto e Cultura: (como a cultura se relaciona com o referido objeto)

Grupo: 2º- Patrícia, Welber, Tatiane, Sthefanie; 4º- Cleonice, Adriana, Amanda, Rafael


Tema: Reprodução da Imagem do Homem – Fotografia

Representante: Welber
Material e espaço a ser utilizado:
- Sala (umas das primeiras se possível perto da porta)
- Data show
- TV e DVD
- Quadros, banners, catálogos, fotos
- O objeto estudado – Máquinas fotográficas
Recorte:
- 3 categorias
- Ressaltar o uso na antiguidade até a contemporaneidade.
Participantes/Categorias:
- Antes da fotografia: Tatiane;
- Surgimento da fotografia:
Patrícia – Fotografia no Império
Sthefanie – Vida privada
- Evolução da fotografia em tópicos:
Esportes - Rafael
Casamento - Cleonice
Eventos Religiosos - Adriana
Eventos Sociais - Amanda
Jornalismo - Welber
Proposta:
A) A materialidade descritiva (de que, como e porque é feito) e prática (como é utilizado e para que) sobre o referido objeto:
→Datação: (idade do Objeto)
→Dimensões: (tamanho, peso e medidas)
→Materialidade: (com o que é feito)
→Técnica de Confecção/Manufatura: (como é feito)
→Utilidade e Função: (como e pra que é utilizado)
B) A relação da cultura material com a economia a qual o referido objeto pertence:
→Visão geral sobre a relação: (Material X Economia)
→Importância e desencadeamentos econômicos:
C) A relação da cultura material com as relações simbólicas da cultura a qual o referido objeto pertence:
→Aspectos de religiosidade (ou misticismo) envolta do objeto:
→Valor atribuído a tal objeto: (pela sua própria cultura); (status)
→Relação Objeto e Cultura: (como a cultura se relaciona com o referido objeto)

Grupo: Karin, Flávia, Katrine, Lucas, Wesley e Jonas ( tds os garotos do 2º período)

Tema: Utensílios domésticos: Instrumentos da Cozinha Colonial e Contemporânea

Recorte:
- Pesquisar os tipos de cada item/ categorias (não temos ainda noção de quantidade de tipos)
- Ressaltar o uso no período colonial e contemporâneo.
Categorias:
PANELAS
TALHERES (COLHER, FACAS, ETC).
FORNOS
PILÃO OU INSTRUMENTOS COM A MSM FINALIDADE
Proposta:
A) A materialidade descritiva (de que, como e porque é feito) e prática (como é utilizado e para que) sobre os referidos objetos:
→Nome:
→Datação: (idade do Objeto)
→Materialidade: (com o que é feito)
→Técnica de Confecção/Manufatura: (como é feito)
→Utilidade e Função: (como e pra que é utilizado)
B) A relação da cultura material com a economia a qual o referido objeto pertence:
→Visão geral sobre a relação: (Material X Economia)
→Importância e desencadeamentos econômicos
C) A relação da cultura material com as relações simbólicas da cultura a qual o referido objeto pertence:
→Aspectos do uso cotidiano de tais objetos nas cozinhas coloniais brasileiras e atualmente
→Valor e signos atribuído a tal objeto: (pela sua própria cultura); (status)
→Relação Objeto e Cultura: (como a cultura se relaciona com o referido objeto)

Cultura material e o legado deixado nos inventários da Vila de Nossa Senhora da Piedade de Pitanguy- Século XVIII (Grupo: Cristina, Daniela, Daniel, Maycol, Patrícia, Pedro e Wanessa)


Objetivo: Apresentar a cultura dos moradores da dita vila e adjacências, através dos materiais deixados em herança retratado pelos inventários. Contrastando com os bens deixados hoje na região centro-oeste.
Recorte: Séculos XVIII e Século XXI.
Pensar o que deixaram e porque deixaram.
Espaço temporal: Minas Gerais, Vila de Nossa Senhora da Piedade de Pitanguy .
Integrantes/atividades previstas:
Cristina: Inventários sec. XVIII
Daniela: Pesquisa bibliográfica
Daniel: Transcrição
Maycol: Inventário atual
Patrícia: Transcrição
Pedro: Pesquisa bibliográfica
Wanessa: Produção das maquetes
Proposta:
Descrição material dos objetos deixados
b) Comparação dos inventários.
Apresentação: para exposição, que poderá ser na sala de aula ou no saguão, precisaremos de um aparelho data-show.

Grupo: Ana Luzia, Denise, Izaac, Jonatas, Lílian, Marcos, Michele, Raquel.


Tema: Armas de guerra
Recorte:
- 4 categorias (objeto) para cada dupla;
- 5 tipos diferentes dentro de cada categoria escolhida;
- Ressaltar o uso na antiguidade até a contemporaneidade.
Duplas/ Categorias:
- NAVIO: Izaac e Ana;
- ESPADA: Denise e Raquel;
- FLECHA: Lílian e Jonatas;
- PÓLVORA: Michele e Marcos.
Proposta:
A) A materialidade descritiva (de que, como e porque é feito) e prática (como é utilizado e para que) sobre o referido objeto:
→Nome:
→Datação: (idade do Objeto)
→Dimensões: (tamanho, peso e medidas)
→Materialidade: (com o que é feito)
→Técnica de Confecção/Manufatura: (como é feito)
→Utilidade e Função: (como e pra que é utilizado)
B) A relação da cultura material com a economia a qual o referido objeto pertence:
→Visão geral sobre a relação: (Material X Economia)
→Importância e desencadeamentos econômicos:
C) A relação da cultura material com as relações simbólicas da cultura a qual o referido objeto pertence:
→Aspectos de religiosidade (ou misticismo) envolta do objeto:
→Valor atribuído a tal objeto: (pela sua própria cultura); (status)
→Relação Objeto e Cultura: (como a cultura se relaciona com o referido objeto)

Grupo:

TEMA
A cultura material no surgimento do rock and roll e na atualidade.

JUSTIFICATIVA
A música é um fator muito importante na formação de opiniões. Ela mostra o reflexo de uma cultura ou a expressão dela. Também influencia diretamente no comportamento de quem ouve. Esse é o caso do rock and roll, estilo que influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem.
Os efeitos sociais do rock and roll foram massivos mundialmente, além disso, o rock and roll pode ter ajudado a causa do movimento dos direitos civis. Por isso considera-se importante conhecer melhor este estilo e entender porque atualmente ele perdeu suas características primordiais que o originaram.

PROBLEMA
A indústria cultural e o sistema capitalista fizeram do rock um grande negocio. Mas o seu surgimento e o das suas vertentes como o punk rock, veio justamente como uma forma de protesto contra esse mesmo sistema. Como era esse contexto cultural que deu origem ao estilo musical mais popular? Até onde a música e seus objetos materiais interferem no comportamento de seus adeptos? Como os diversos movimentos históricos e culturais influenciaram o surgimento do rock?

OBJETIVO
Mostrar o surgimento e o significado deste estilo musical denominado rock and roll, suas influencias na década de 50 e no contemporâneo. Seus principais percussores, passando pela história dos instrumentos que formam o estilo e das suas ramificações. Abordar a cultura material e a imaterial como: Vinis, roupas, instrumentos musicais, fotos, acessórios.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ex-Aluno Célio Taylor

O nosso ex-aluno Célio Taylor, árbitro há bastante tempo, profundo "amador" de futebol, está enveredando pelas crônicas de esporte agora. Acompanhem quem gosta de esportes. Desejo todo sucesso ao agora colega de profissão.
Coluna no caderno de esportes do Jornal Gazeta do Oeste ou disponível na Internet atraves do portal G37 em http://www.gazetaoeste.com.br/

Prof. João Ricardo.


 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Notícias da Descoberta de Sepultamento indígena (vídeo)



Vejam a notícia da descoberta dos sepultamentos indígenas em Pains pela equipe do Museu Arqueológico Carste do Alto São Francisco (MAC) comandada pelo nosso amigo Gilmar Henriques com a participação da Amanda do quarto período. Coordenação de História

links para matérias sobre a primeira escavação do MAC, Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco, sediado na cidade de Pains - MG.



sexta-feira, 10 de setembro de 2010

IX Encontro Cultural Franciscano


Numa promoção da Biblioteca Provincial dos Franciscanos, e convite especial do Professor (Frei) Leonardo Lucas, estará acontecendo nos dias 12, 13, 14, 15 e 16 do presente mês (setembro), o 9º Encontro Cultural Franciscano, onde ocorreram palestras, debates e apresentações artísticas, que sempre somam para nossa a formação acadêmica. Segue os panfletos do evento, onde encontram-se maiores informações sobre o mesmo.