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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Comunidade Festeira
Um pouco atrasado mas segue o link do programa que falou da exposição Museu- curso que fizemos na biblioteca da funedi
http://globotv.globo.com/tv-integracao-triangulo-mineiro/mgtv-1a-edicao-centro-oeste/v/museu-itinerante-busca-atrair-visitantes-para-acervo-de-divinopolis/2989350/

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Comunidade Festeira,
Nosso curso abriu semana passada uma exposição na Biblioteca da Funedi. Estão todos convidados. Segue o cartaz e na sequência um texto introdutório à exposição


O curso de História em conjunto com o Museu Histórico de Divinópolis tem o prazer de apresentar à comunidade acadêmica a exposição Cultura Material das profissões da Funedi/Uemg no acervo do Museu Histórico de Divinópolis. Destacamos alguns objetos da memória profissional de alguns cursos da funedi que o Museu Histórico de Divinópolis possui em seu acervo. Propomos tanto um olhar retrospectivo que reflita sobre os avanços técnicos de cada área em tempos históricos determinados, quanto um prospectivo, que pense nas possibilidades atuais e futuras de interconexões entre as áreas profissionais. Nossa exposição é a continuidade da parceria curso de História e Museu Histórico de Divinópolis, da exposição Suas Imagens, Sua História e da prática profissional historiadora de trazer ao presente objetos, dados, documentos da memória humana ao longo dos tempos. A seguir transcrevemos, como uma proposta de olhar a exposição, trecho do editorial do Informativo de História 14 novembro de 2010 no qual discutíamos campos de pesquisa dentro da história dos objetos, da cultura material:

“Primeiro ponto: poderíamos chamar do espaço sociocultural que torna possível o nascimento das coisas, ou seja, a partir de onde nasce a necessidade dos objetos. Podemos pensar que as coisas são inventadas para atender uma determinada necessidade que as pessoas se deparam num determinado momento. Essa necessidade nascerá das características socioculturais e a invenção de determinada coisa acompanhará essas características. Segundo ponto possível de se fazer uma história: os materiais de que é composta a coisa inventada. Não é por acaso que as coisas são feitas de barro, de ferro ou de qualquer outro material. Isso pode estar associada à presença ou não desses materiais na sociedade que inventou o objeto. Um terceiro ponto possível de se fazer uma história seria a questão da técnica e da tecnologia. Qual é a técnica necessária à invenção das coisas? Ela existia antes? Como essa técnica foi aproveitada na invenção de um determinado objeto? Um quarto ponto seria a evolução de seu uso, ou seja, um objeto pode ser inventado para um determinado uso e, com o passar dos tempos, serem utilizado para outros fins. Ou mesmo, seu uso permanecer o mesmo mais adaptado às transformações do meio. Um quinto ponto possível de se produzir história seria a simbologia, a iconografia dos objetos. Estes possuem uma forma, possuem um desenho que muitas vezes atende à funcionalidade, mas que também pode ter valores estéticos, valores simbólicos. Um sexto ponto seria a história da circulação das coisas: aqui podemos retirar excelentes informações sobre a economia, a sociedade e a cultura das regiões onde os objetos em questão circulam. Aqui, podemos estudar o consumo dessas coisas, que é uma forma de circulação econômica”.


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Suas Imagens, Sua História

Vai na sequência imagens do evento que fizemos no Museu Histórico e na praça da Catedral nos últimos dias 29 de setembro e 06 de outubro.




















Feira do Ised 15/09

Alunos, alunas, professores, egressos e comunidade festeira,
Vou postar na sequências as fotos da Feira do Ised








sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Comunidade Festeira,
Trago mais um material de divulgação de outro evento que nosso curso está fazendo, o Café com História, parceria com o Arquivo Público Municipal em continuidade ao evento de outubro Suas Imagens, Sua História.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Conquista do nosso aluno

Comunidade Festeira,

É com imenso prazer que noticio que nosso aluno do sexto período Izaac Erder passou no processo seletivo para o mestrado em história da UFOP. Seu projeto é: Entre a Liberdade e a Obrigação: a vida de um praça da FEB durante a Segunda Guerra Mundial. Parabenizo o aluno e desejo-lhe um futuro brilhante. Todos nós professores ficamos muito felizes com a notícia, que é também um pouquinho realização nossa.

João Ricardo
Coordenação de História

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Escola na Vitrine: revista anual da Escola Estadual Ilídio da Costa Pereira

Gostaria de divulgar para toda a comunidade festeira da história uma iniciativa pedagógica que tem participação de nossos ex-alunos e professores.

É a revista Escola na Vitrine: revista anual da Escola Estadual Ilídio da Costa Pereira. Iniciativa dos professores Aélida Delfino Chagas; Diane Fernando; Elrison Ferreira e Lucas Ferreira. A revista traz artigos e textos dos professores e alunos. Logo abaixo colocamos os textos de nossos ex-alunos e da nossa professora Rosana Rios. Parabenizo todos os envolvidos na iniciativa.
 





João Ricardo

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Historiadores e professores elaboram livro para centenário



Professores e historiadores iniciaram uma série de pesquisas para a produção de um livro com a história de Divinópolis com critérios e normas acadêmicas. O exemplar vai mostrar fatos da história do município dos séculos, 17, 18 e 19.

 
Estudantes já começaram a buscar em Pitangui, Itapecerica e Mariana documentos referentes aos primeiros habitantes da Cidade do Divino. Dois professores, dois historiados e seis estudantes do curso de história da Fundação Educacional de Divinópolis – Funedi – se reúnem semanalmente para traçar as estratégias de confecção do livro em comemoração aos 100 anos de Divinópolis em 2012.

 
A proposta de produzir um exemplar é coordenada pelo curso de História da Funedi e o Conselho do Centenário e os encontros são realizados toda sexta-feira no Arquivo Municipal. Os professores Leandro Pena Catão e João Ricardo Ferreira Pires coordenam os trabalhos do livro.

 
O historiador da Secretaria Municipal de Cultura – Semc -, Faber Clayton, explica que os trabalhos realizados sobre a história do município têm uma dinâmica diferente em relação ao já divulgado até o momento.“Muitos autores escreveram e recorreram mais aos moradores e descartaram documentos importantes de pesquisas. Vamos fazer de forma coerente que nunca se buscou antes, fazendo cruzamento de dados de autores do século 18 para que as pessoas possam entender melhor como surgiu Divinópolis”, declarou Faber.

 
Estudantes de história ficaram encarregados de visitar as cidades para encontrar os registros documentais sobre o município. “Divinópolis já pertenceu a essas cidades e estamos buscando e pesquisando sobre a história. Já tivemos em Pitangui e planejamos ir a Mariana e Itapecerica”, afirmou a historiadora Karine Mileibe, lembrando que temas como política, esporte, arte e música fazem parte do livro.“É um trabalho para contar história da cidade, vamos fazer tudo um contexto para entender como surgiu o município e não ficar valorizando apenas um personagem da história”, disse.

(texto copiado na integra do end: http://www.divinopolis.mg.gov.br/?p=10450 )

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ex-Aluno Célio Taylor

O nosso ex-aluno Célio Taylor, árbitro há bastante tempo, profundo "amador" de futebol, está enveredando pelas crônicas de esporte agora. Acompanhem quem gosta de esportes. Desejo todo sucesso ao agora colega de profissão.
Coluna no caderno de esportes do Jornal Gazeta do Oeste ou disponível na Internet atraves do portal G37 em http://www.gazetaoeste.com.br/

Prof. João Ricardo.


 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Notícias da Descoberta de Sepultamento indígena (vídeo)



Vejam a notícia da descoberta dos sepultamentos indígenas em Pains pela equipe do Museu Arqueológico Carste do Alto São Francisco (MAC) comandada pelo nosso amigo Gilmar Henriques com a participação da Amanda do quarto período. Coordenação de História

links para matérias sobre a primeira escavação do MAC, Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco, sediado na cidade de Pains - MG.



sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aluna do Curso participa de escavação arqueológica (fóssil humano que pode ter até 8 mil anos)

A pedido do Professor João Ricardo, e com muita satisfação, estamos postando essa notícia. É uma descoberta arqueológica feita na região (especificamente em Pains-MG), coordenada pelo arqueólogo já conhecido por nós alunos do curso de História da FUNEDI/UEMG, Gilmar Henriques, e com participação de nossa colega, também aluna curso de História, do 4º período, Amanda Cristina (inclusive minha colega de classe). Sem mais delongas, a notícia propriamente:

A notícia é do portal Hoje em Dia (segue referências no fim do Post)
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Escavações encontram corpos da pré-história em Pains

Sepultamento indígena em Capoeirão pode ter até 8 mil anos de idade e trabalho dos pesquisadores durou 3 meses

Douglas Fernandes - Da Sucursal do Centro-Oeste de Minas - 7/09/2010 - 09:04

PAINS - Pesquisadores do Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco (MAC), em Pains, no Centro-Oeste de Minas, estão animados com a descoberta de um sepultamento indígena pré-histórico que pode ter de 3 mil a 8 mil anos de idade. No local, além de utensílios como pontas de flechas e vasilhas, foram encontrados também três corpos em perfeito estado de conservação.

A escavação no sítio arqueológico localizado em Capoeirão (a 22 quilômetros de Pains) durou cerca de três meses e termina nesta terça-feira (7). Este foi o primeiro trabalho realizado pela equipe do museu. “Esse tipo de achado arqueológico é muito raro em Minas e geralmente descoberto só em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Agora, as amostras dos materiais encontrados estão sendo enviadas para um laboratório em Miami (EUA), onde será feita a datação exata. Tendo de 2 mil a 3 mil anos, tudo indica que esses corpos encontrados seriam descendentes de povos de línguas macro-ge, antepassados de todos os povos que viveram em Minas Gerais. Mas se a idade for maior, será difícil definir sua origem”, explica o idealizador do projeto e também curador e diretor do MAC, Gilmar Henriques Pinheiro Júnior.

Segundo ele, a região do Carste do Alto São Francisco abarca os municípios de Pains, Arcos, Formiga, Córrego Fundo, Pimenta, Piumhi, Doresópolis e Iguatama e possui mais de 800 cavernas e cerca de 200 sítios arqueológicos espalhados.

As escavações tiveram início em junho deste ano, quando Henriques apresentou um projeto junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para uma pesquisa relacionada com um efeito natural muito comum na região chamado dolina (efeito que funciona como uma ampulheta, quando o terreno do solo é sugado devido a existência de uma caverna no subsolo).

“Com pouco mais de 10 metros quadrados de escavação, encontramos o abrigo rochoso utilizado por esses povos da antiguidade, que dividiram o espaço em dois: um lado para as atividades cotidianas e outro para o sepultamento. Na primeira parte encontramos vasilhas de cerâmica e pontas de flechas feitas de rochas lascadas, o que indica um local relacionado à caça”, detalha o diretor do museu arqueológico.

Mas, de acordo com Henriques, o principal achado foi o sepultamento pré-histórico, que permitirá analisar a história da região não somente por meio de utensílios, mas também através dos povos que ali viveram. “Ainda não é possível determinar com exatidão se essas pessoas ocupavam algum posto social de destaque, mas o trabalho de sepultamento foi realizado com todo cuidado, com os corpos muito bem depositados em posição fetal, cobertos por pedras e logo em seguida, soterrados com areia.
Com a analise de laboratório, será possível definir não somente o sexo e a idade, mas também determinar as possíveis doenças que tiveram em vida e até mesmo as atividades que mais realizaram como caçadas ou trabalhos manuais. E isso porque estão muito bem conservados”, informou.

Região de calcário permite conservação

Henriques explica ainda que as cavernas funcionam como “geladeiras naturais” e por este motivo a região com grande formação calcária, denominada carste, propicia a conservação quase intacta de vestígios da ocupação humana. Alguns materiais encontrados podem ter mais de 10 mil anos. “Esse sepultamento pré-histórico não é o primeiro a ser encontrado, mas é importante pela conservação”, disse.

A equipe que atuou na escavação foi coordenada por Gilmar Henriques, doutorando pela Universidade de São Paulo (USP), e é composta por mais dois arqueólogos também da USP (um doutorando e uma mestre), além de uma acadêmica em história pela Fundação Educacional de Divinópolis (Funedi) e um auxiliar de pesquisas do MAC.

A proposta, segundo Henriques, é iniciar um intercâmbio entre as universidades e faculdades interessadas nesses estudos. Todo o material encontrado será preparado para compor o acervo do museu, o que deve acontecer em seis meses.

Rico acervo

Inaugurado em abril deste ano, como publicado pelo HOJE EM DIA, o Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco (MAC), foi criado em parceira com a Prefeitura Municipal, cientistas, Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em seu acervo estão mais de 200 artefatos (alguns com mais de 11 mil anos), frutos de 10 anos de pesquisas e que contam a história milenar da ocupação humana na região.

A proposta de criação do MAC foi aprovada em 2008 pelo edital “Mais Museus”, do Iphan, que contempla cidades com menos de 50 mil habitantes. Somando o subsídio do instituto com a contrapartida da Prefeitura para compra de equipamento e reforma e adequação do casarão centenário, para abrigar o museu, serão investidos cerca de R$ 2 milhões.
O casarão existe em uma reserva ambiental (Parque Natural Municipal), que receberá melhorias, como a criação de um lago e a construção de uma pista de caminhada, posteriormente.



Pesquisadores fizeram escavações durante três meses em Pains - ELAINE MARTINS / DIVULGAÇÃO

Esqueletos estavam em perfeito estado de conservação - ELAINE MARTINS / DIVULGAÇÃO


Fonte: 8/9/10, Portal Hoje em Dia